Festival de Vôlei Feminino: CO-LEAGUE faz novos planos para o futuro

- Hoje estão aqui com a gente 100 meninas de 19 cidades brasileiras. Não é pouca coisa. Por isso, agradecemos aos pais e responsáveis que acreditaram no projeto da CO-LEAGUE. Agradecemos também aos patrocinadores, que estiveram conosco nos dois festivais de vôlei feminino que realizamos este ano. O que nos une aqui é a paixão pelo voleibol. Vamos fazer este amor crescer, transformar, conhecer pessoas e buscar aprimoramento, não só no vôlei, mas também na vida!
Com estas palavras, Fernanda Pasquarelli, fundadora da CO-LEAGUE, abriu a Segunda Edição do Festival de Vôlei Feminino na cidade paulista de São Bernardo do Campo, realizado nos dias 15 e 16 de julho de 2023, no Ginásio Poliesportivo Adib Moysés Dib.
A Primeira Edição do Festival foi em São José dos Campos, também em São Paulo, nos dias 25 e 26 de fevereiro de 2023, no Ginásio Teatrão.
Os festivais são totalmente gratuitos e destinados a atletas de voleibol feminino de 14 a 18 anos, ou seja, de categorias de base.
Destaque para apoiadores e patrocinadores
Também na abertura do festival, Fernanda destacou a importância do apoio de todos os envolvidos na organização.
A começar pela Lei de Incentivo ao Esporte, que permitiu reunir patrocinadores para viabilidade financeira do evento.
A Patrocinadora Master é a Seguradora Tokio Marine, uma das maiores do mundo, com uma expressiva Agenda ESG, em que inclui o esporte como caminho de transformação social.
Da mesma forma, Fernanda deu ênfase ao relevante apoio recebido pela Secretaria de Esportes da Prefeitura de São Bernardo do Campo, na pessoa do Secretário Alex Mognon, que participou do evento e falou sobre sucesso da parceria:
- “Sem palavras! Desde quando soubemos deste projeto, sob a orientação do Prefeito Orlando Morando, nossa equipe não mediu esforços para que tudo fosse feito da melhor maneira possível. E hoje nós podemos ver que nossa parceria com a CO-LEAGUE foi ótima.”
Falando para as jogadoras participantes, o secretário fez questão de realçar que sua relevância é maior do que a questão técnica:
- “Eu não tenho dúvidas de que esta experiência de vocês vai ficar marcada para o resto da vida. No futuro, vocês vão contar para seus filhos de como o Festival ajudou a impulsionar a carreira esportiva de vocês. E este é o nosso maior objetivo”, concluiu.
Vivências vitoriosas no Festival de Vôlei Feminino CO-LEAGUE

A Segunda Edição do Festival de Vôlei Feminino da CO-LEAGUE proporcionou experiências transformadoras para as jogadoras.
Um dos pontos altos foi a realização de um “Talk Show”.
Foram convidadas jogadoras de expressão no vôlei, mas não para palestrar. Em vez disso, elas foram chamadas para fazer várias rodadas de conversas com grupos menores.
Isso permitiu uma maior proximidade, que levou a uma maior participação de todas as atletas.
Cada convidada pode contar sua história, suas vivências vitoriosas no mundo do vôlei, assim como também as dificuldades e os desafios.
Duas convidadas especiais chamaram a atenção: Suellen e Andressa, atletas paralímpicas da Seleção Brasileira de Vôlei Sentado.
Também participaram da dinâmica: Marcela Chiarelli, jogadora de vôlei no Texas; Carol Donatielo, levantadora profissional do Fluminense e Nicole Kurtz, técnica de voleibol de rendimento e escolar em São Paulo.
Foram depoimentos inspiradores.
Voleibol também é Cultura
Outro momento marcante desta Segunda Edição do Festival de Vôlei Feminino foi relatado por Luiz Henrique Marinelo, também fundador da CO-LEAGUE e organizador do encontro.
- “Foi uma coisa incrível. Acontece que uma das meninas, a Laura, é de uma família de músicos e eles cantaram para nós. Foi muito bonito. Eles fazem parte da banda “Os Freitas”. No Festival se apresentaram: a Laura, o pai Tiago, a mãe Sílvia e o irmão Pedro. Foi emocionante!”
Luis Henrique fez questão de contar este fato para realçar o entrosamento e a espontaneidade entre as jogadoras, seus familiares, os técnicos e o pessoal de apoio: “Todos ficaram muito felizes com este presente da família Freitas”.
Mas, o momento cultural não foi somente este. Logo na abertura, o estúdio de dança LF de São Bernardo do Campo levou o ritmo da Zumba para animar o aquecimento das jogadoras.
O Festival começou com o pé direito!

Depois do sucesso do Festival de Vôlei Feminino, planos para o futuro
Como a Fernanda sempre frisa, para jogar vôlei tem que estudar também.
- “Somente assim conseguimos fazer com que o voleibol realmente seja um agente transformador na vida das pessoas. Por isso, uma das coisas que pensamos para esta nova etapa é fazer parcerias, com uma escola de inglês, por exemplo. Ela vai dar um super desconto para as jogadoras que estão na Plataforma da CO-LEAGUE”, anunciou.
Como sabemos, dominar bem o inglês é condição básica para jogadoras que almejam carreira internacional.
Ao final do Festival em São Bernardo do Campo, Luiz Henrique falou de outros planos da CO-LEAGUE:
- “A gente quer mais! Nós vamos expandir nossas atividades para outras regiões do país, como no Nordeste, por exemplo. E a gente vai montar uma equipe gratuitamente para participar de um torneio nos Estados Unidos”.
Com esses objetivos, Luiz Henrique anunciou novos tempos para a CO-LEAGUE e novas possibilidades de crescimento para o vôlei feminino de base no Brasil.